Medicina tradicional abre espaço para o Reiki... ..
Escrito por Conceição Pereira
Para qualquer outra questão sobre este texto,
pode-nos escrever para o nosso correio electrónico e darei
mais explicações ou retirarei duvidas
Os avanços do Reiki
Anos de dedicação e esforços estão a ser recompensados com a
aceitação pela organização mundial da saúde, que o Reiki pode
vir a ocupar um espaço importante na nossa sociedade actual.
Ouvimos falar que após receber um diagnóstico duro, como o de
cancro, por exemplo, aparecem as fases de recusa, revolta e
fúria diante da doença.
Além do tratamento pesado com quimioterapia ou radioterapia, os pacientes com este prognóstico estão cada vez mais procurando as terapias complementares, como:
Grupos de apoio a outros pacientes;
Aulas de Arte;
Terapia de Reiki (energização por meio das mãos);
Acupunctura;
Meditação.
Terapias
Terapia ortomolecular e também fisioterapia para combater os
efeitos da perda de sensibilidade nas mãos e pés, provocados
pelo tratamento da medicina tradicional. As terapias
complementares devem ser todas muito bem doseadas para não
debilitar ainda mais o paciente. São uma extensão vital do
tratamento químico e cirúrgico, indispensáveis, em
diagnósticos de cancro, por exemplo.
O arsenal terapêutico complementar também inclui orientação nutricional e acompanhamento psicológico, quando necessário. É justamente na conjunção dos aspectos biológicos e psicológicos que actuam as terapias complementares, seguindo uma corrente que se intensificou nos últimos anos, especialmente nos EUA. São para já 38 universidades com linhas de estudo voltadas para essas novas áreas que interligam o tratamento oncológico além do tripé tradicional: cirurgia, quimioterapia e radioterapia. É um modelo que também tem demonstrado eficácia para minimizar os efeitos colaterais. Versões de programas como estes estão presentes em grandes centros de oncologia norte-americanos como o M.D. Anderson, além de universidades como Duke University, Stanford University, Columbia University, Mayo Clinic e Harvard Medical School.
Onde encontrar suporte para a alma
O tratamento oncológico pode causar complicações agudas e
persistentes. Por isso, o paciente vive à sombra da
possibilidade de novas doenças. É para este paciente que as
terapias complementares podem ser muito valiosas. Em ambientes
académicos nos quais reina a medicina tradicional, as
experiências com abordagens que extrapolam o campo médico já
estão se tornando comuns e atraindo profissionais de várias
áreas.
Como o Reiki pode auxiliar
A dádiva do Reiki não é milagrosa e não deve ser entendida
apenas como um recurso energético ou espiritual. O Reiki têm
uma aplicação individual, que depende de exames e do histórico
médico do paciente. Precisamos conhecer os seus vícios, os
seus hábitos alimentares, de entre muitos outros factores,
antes de propor um tratamento.
Na prática
No caso de ser um cancro, nestes casos o Reiki apoia o
tratamento oncológico convencional, com uma terapia
complementar. A reposição das nossas defesas e de
antioxidantes serve para driblar os efeitos da quimioterapia e
da radioterapia, atenuando os seus efeitos e ainda preservando
o restante do organismo, que fica debilitado com a
agressividade do tratamento.
Quando bem aplicada, o Reiki é uma aliada da saúde
O princípio que norteia a nossa prática prega na aplicação de
energia vital (conhecida na Rússia como energia bioplasmica) a
diminuição dos oxidantes que o corpo produz naturalmente ao
longo da vida, mas que, em excesso, promovem o desequilíbrio
químico e estão por trás do envelhecimento celular e de
inúmeras doenças.
Entre os causadores do excesso dessas moléculas estão o tabagismo, a poluição, o stress, a alimentação inadequada, o esforço físico exagerado e até a exposição a produtos químicos. Quanto mais uma pessoa fica exposta a esses agentes, maior é a quantidade de oxidantes (conhecidos por radicais livres) que ela acumula no corpo e maiores os riscos de ficar doente. Por outro lado, hábitos saudáveis, abandono dos vícios e uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes essenciais funcionam como agentes antioxidantes, diminuindo a quantidade de radicais livres.
Além do tratamento pesado com quimioterapia ou radioterapia, os pacientes com este prognóstico estão cada vez mais procurando as terapias complementares, como:
Grupos de apoio a outros pacientes;
Aulas de Arte;
Terapia de Reiki (energização por meio das mãos);
Acupunctura;
Meditação.
Terapias
Terapia ortomolecular e também fisioterapia para combater os
efeitos da perda de sensibilidade nas mãos e pés, provocados
pelo tratamento da medicina tradicional. As terapias
complementares devem ser todas muito bem doseadas para não
debilitar ainda mais o paciente. São uma extensão vital do
tratamento químico e cirúrgico, indispensáveis, em
diagnósticos de cancro, por exemplo. O arsenal terapêutico complementar também inclui orientação nutricional e acompanhamento psicológico, quando necessário. É justamente na conjunção dos aspectos biológicos e psicológicos que actuam as terapias complementares, seguindo uma corrente que se intensificou nos últimos anos, especialmente nos EUA. São para já 38 universidades com linhas de estudo voltadas para essas novas áreas que interligam o tratamento oncológico além do tripé tradicional: cirurgia, quimioterapia e radioterapia. É um modelo que também tem demonstrado eficácia para minimizar os efeitos colaterais. Versões de programas como estes estão presentes em grandes centros de oncologia norte-americanos como o M.D. Anderson, além de universidades como Duke University, Stanford University, Columbia University, Mayo Clinic e Harvard Medical School.
Onde encontrar suporte para a alma
O tratamento oncológico pode causar complicações agudas e
persistentes. Por isso, o paciente vive à sombra da
possibilidade de novas doenças. É para este paciente que as
terapias complementares podem ser muito valiosas. Em ambientes
académicos nos quais reina a medicina tradicional, as
experiências com abordagens que extrapolam o campo médico já
estão se tornando comuns e atraindo profissionais de várias
áreas. Como o Reiki pode auxiliar
A dádiva do Reiki não é milagrosa e não deve ser entendida
apenas como um recurso energético ou espiritual. O Reiki têm
uma aplicação individual, que depende de exames e do histórico
médico do paciente. Precisamos conhecer os seus vícios, os
seus hábitos alimentares, de entre muitos outros factores,
antes de propor um tratamento.Na prática
No caso de ser um cancro, nestes casos o Reiki apoia o
tratamento oncológico convencional, com uma terapia
complementar. A reposição das nossas defesas e de
antioxidantes serve para driblar os efeitos da quimioterapia e
da radioterapia, atenuando os seus efeitos e ainda preservando
o restante do organismo, que fica debilitado com a
agressividade do tratamento.Quando bem aplicada, o Reiki é uma aliada da saúde
O princípio que norteia a nossa prática prega na aplicação de
energia vital (conhecida na Rússia como energia bioplasmica) a
diminuição dos oxidantes que o corpo produz naturalmente ao
longo da vida, mas que, em excesso, promovem o desequilíbrio
químico e estão por trás do envelhecimento celular e de
inúmeras doenças. Entre os causadores do excesso dessas moléculas estão o tabagismo, a poluição, o stress, a alimentação inadequada, o esforço físico exagerado e até a exposição a produtos químicos. Quanto mais uma pessoa fica exposta a esses agentes, maior é a quantidade de oxidantes (conhecidos por radicais livres) que ela acumula no corpo e maiores os riscos de ficar doente. Por outro lado, hábitos saudáveis, abandono dos vícios e uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes essenciais funcionam como agentes antioxidantes, diminuindo a quantidade de radicais livres.
