Psicologia e o Reiki...... ..
Escrito por Sérgio Silveira
Para qualquer outra questão sobre este texto,
pode-nos escrever para o nosso correio electrónico e darei
mais explicações ou retirarei duvidas
Os avanços do Reiki na psicologia.
Este artigo têm como fundamento principal a minha experiência
com diversos pacientes que combinaram o Reiki com uma terapia
psicológica.
Nas terapias energéticas para curar na "profundidade" devemos tratar o ser humano em todos os seus níveis, e não somente aplicando um "remédio" temporal que alivia os seus sintomas. Desta forma, alguns pacientes que eu trato, ao ver aparentemente desaparecer as suas dores depois de umas sessões, deixam de me procurarem pensando que se resolveu o seu problema, sem dar conta que essa dor era simplesmente a manifestação de algo mais profundo que ficou sem tratamento.
Para nós, toda essa energia, pensamentos, emoções, raiva, amor, etc. se traduzem de alguma forma energética. Ainda desde ponto de vista extremamente racional, não é um conceito descabelado, já que o cérebro, a ferramenta que usamos para criar o pensamento, funciona na base de milhões de impulsos eléctricos (energia) por segundo.
Cada impulso cria um campo magnético (lei de Farraday) criando assim milhões de campos magnéticos (mais energia) que, como sabemos, se mantêm como uma corrente eléctrica. Trabalhar com esta energia criada é o que constitui a base fundamental de uma terapia de Reiki.
E é aqui onde claramente o trabalho de um psicólogo e o de um terapeuta de Reiki se intercalam. Ambos trabalham com pensamentos e emoções, um do ponto de vista da mente, outro do ponto de vista energético.
Reiki e as doenças
Primeiramente, há que explicar o entendimento que dá o Reiki as doenças, e entender onde encaixa a psicologia com o Reiki. Para nós uma doença é a manifestação final de um problema a nível mental ou emocional ou ainda espiritual - uso a palavra espiritual sem conotações religiosas, que no Reiki, "espiritual" significa "o mais profundo do nosso ser.Nas terapias energéticas para curar na "profundidade" devemos tratar o ser humano em todos os seus níveis, e não somente aplicando um "remédio" temporal que alivia os seus sintomas. Desta forma, alguns pacientes que eu trato, ao ver aparentemente desaparecer as suas dores depois de umas sessões, deixam de me procurarem pensando que se resolveu o seu problema, sem dar conta que essa dor era simplesmente a manifestação de algo mais profundo que ficou sem tratamento.
Para nós, toda essa energia, pensamentos, emoções, raiva, amor, etc. se traduzem de alguma forma energética. Ainda desde ponto de vista extremamente racional, não é um conceito descabelado, já que o cérebro, a ferramenta que usamos para criar o pensamento, funciona na base de milhões de impulsos eléctricos (energia) por segundo.
Cada impulso cria um campo magnético (lei de Farraday) criando assim milhões de campos magnéticos (mais energia) que, como sabemos, se mantêm como uma corrente eléctrica. Trabalhar com esta energia criada é o que constitui a base fundamental de uma terapia de Reiki.
E é aqui onde claramente o trabalho de um psicólogo e o de um terapeuta de Reiki se intercalam. Ambos trabalham com pensamentos e emoções, um do ponto de vista da mente, outro do ponto de vista energético.
