Perigo maior na ciência é a mente fechada...


 

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Escrito por Sérgio Silveira    

Para qualquer outra questão sobre este texto, pode-nos escrever para o nosso correio electrónico e darei mais explicações ou retirarei duvidas

  

 
O  uso do Reiki em hospitais, clínicas e centros de saúde em todo o mundo é um feito indiscutível e o seu reconhecimento pelo Instituto de Saúde dos E.U.A como terapia complementar confirma a sua eficácia como uma ferramenta real, vendo mais para a frente que um simples placebo ou terapia de sugestão.
Um tópico que destaca hoje em dia é o aparente divórcio entre a espiritualidade e a ciência. Esta discussão se vê "amplificada" de certa forma quando se fala do Reiki e de outras terapias energéticas. Um feito perfeitamente compreensível, se considera a necessidade da ciência de comprovar a realidade de algo mediante uma manifestação física de algum tipo.
Em outras palavras, se não se pode medir, não existe. Para muitas pessoas, o planeamento científico é a sua principal maneira de ver as coisas; "se não o vejo, não me acredito".
Eu já fui um deles, e sigo sendo até certo ponto. Me diferencio de este ponto de vista só no aspecto de que não necessito medir algo se vejo que funciona e ao largo dos anos tenho tido uma ampla gama de exemplos de como o Reiki funciona.
Apesar de isso, a possibilidade de "provar" que o Reiki é real e se pode medir é algo que segue interessando muito, porque na minha opinião pessoal, se puderem criar uma "ponte" entre a ciência e a espiritualidade seria de grande ajuda para melhorar as vidas de todos nós. Se o nosso lado espiritual não necessitasse de um "acto de fé" tão grande, considero que muitas pessoas estariam mais dispostas a aproximar-se de esse lado e ver como podem beneficiar no seu dia a dia.
O que muita gente ignora é que Reiki é uma energia. A mesma energia que dá impulso aos nossos músculos e está presente em cada uma das nossas células. Essa energia existe, é real e pode ser medida. Como consequência, os efeitos de Reiki podem ser medidos.


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